17 maio 2008
15 maio 2008
29 abril 2008
... do Fim-de-semana
Róis as unhas? - O Nistelrooy
Como é que te chamas? - Samuel E'too?
O Cardozo vale 9 milhões, o Victor Valdez.
Como é que te chamas? - Samuel E'too?
O Cardozo vale 9 milhões, o Victor Valdez.
18 abril 2008
17 abril 2008
14 abril 2008
O Planalto
Sabe-se que Lisboa é a cidade das 7 colinas. Mas se é de 7 colinas, porquê planalto?
Bem, parece que um grande engenheiro português afirma que Lisboa é afinal um grande planalto, pelo menos na zona onde diariamente a maior parte das pessoas se desloca.
Este engenheiro, especialista em vias de comunição e transportes (acho que é isto, mas o MB há-de confirmar), estuda a viabilidade de um sistema de bike sharing.
Agora que começa a discussão sobre a nova ponte. Quanto vai custar, quais os pontos que vai ligar, quais as implicações ambientais, qual a melhor forma de a financiar.
Algumas coisas já sabemos, como por exemplo, a melhor forma de a financiar. Mais uma concessão, umas portagens à entrada de Lisboa e o problema está resolvido.
Isto para quê? Passem pelos links que aqui vou deixar e imagem aquilo que podiamos poupar, ao Estado e ao Ambiente com uma solução bem mais prática e saudável para todos nós.
http://bike-sharing.blogspot.com/
http://www.greendaily.com/2008/02/20/london-gets-bike-sharing/
E já agora, uma coisa também bem importante e que serve mesmo que isto não vá para a frente:
Do the Test!
Bem, parece que um grande engenheiro português afirma que Lisboa é afinal um grande planalto, pelo menos na zona onde diariamente a maior parte das pessoas se desloca.
Este engenheiro, especialista em vias de comunição e transportes (acho que é isto, mas o MB há-de confirmar), estuda a viabilidade de um sistema de bike sharing.
Agora que começa a discussão sobre a nova ponte. Quanto vai custar, quais os pontos que vai ligar, quais as implicações ambientais, qual a melhor forma de a financiar.
Algumas coisas já sabemos, como por exemplo, a melhor forma de a financiar. Mais uma concessão, umas portagens à entrada de Lisboa e o problema está resolvido.
Isto para quê? Passem pelos links que aqui vou deixar e imagem aquilo que podiamos poupar, ao Estado e ao Ambiente com uma solução bem mais prática e saudável para todos nós.
http://bike-sharing.blogspot.com/
http://www.greendaily.com/2008/02/20/london-gets-bike-sharing/
E já agora, uma coisa também bem importante e que serve mesmo que isto não vá para a frente:
Do the Test!
Estoril Open
Começa hoje!
A certeza de pelo menos 4 portugueses no quadro principal, o jogador em melhor forma e o nº1 do mundo (para mim o melhor jogador de todos os tempos), vão dar vida ao pequeno complexo do Jamor.
O circuito ATP vai emagrecer e precisamos de todos os trunfos do nosso lado para que o grande Estoril Open não desapareça nos moldes em que o conhecemos hoje. Precisamos de mais e melhor.
Mais apoios e melhores instalações.
Mais novidades durante a semana :)
A certeza de pelo menos 4 portugueses no quadro principal, o jogador em melhor forma e o nº1 do mundo (para mim o melhor jogador de todos os tempos), vão dar vida ao pequeno complexo do Jamor.
O circuito ATP vai emagrecer e precisamos de todos os trunfos do nosso lado para que o grande Estoril Open não desapareça nos moldes em que o conhecemos hoje. Precisamos de mais e melhor.
Mais apoios e melhores instalações.
Mais novidades durante a semana :)
13 abril 2008
Sonhos
É recorrente, em muitos dos meus sonhos há desastres com aviões.
Tive medo numa das viagens, o banco não segurava. Troquei de lugar, fiz a viagem a dormir e não vi as luzes de Lisboa à noite, foi a única vez.
Agora, os aviões aterram de emergência em praias desconhecidas, despenham-se contra edifícios, têm problemas durante grandes viagens.
Ontem. Avião da British Airways, azul. As pessoas saltam do avião que acaba de aterrar... no rio. Não sei qual era, sei que não era familiar.
Tive medo numa das viagens, o banco não segurava. Troquei de lugar, fiz a viagem a dormir e não vi as luzes de Lisboa à noite, foi a única vez.
Agora, os aviões aterram de emergência em praias desconhecidas, despenham-se contra edifícios, têm problemas durante grandes viagens.
Ontem. Avião da British Airways, azul. As pessoas saltam do avião que acaba de aterrar... no rio. Não sei qual era, sei que não era familiar.
12 abril 2008
Férias
Férias. Férias. Barba. Calças de ganga. T-shirt.
Preciso de sentir que tenho vida. Útil. Podemos ser grandes a fazer pequenas coisas. Podemos ser grandes a fazer pequenas coisas, que gostamos. Podemos ser grandes a fazer pequenas coisas, que gostamos, que sabemos e que são úteis. Podemos ser grandes a fazer pequenas coisas, que gostamos, que sabemos, que são úteis e que nos fazem viver.
Do longe ao perto. Daquilo que as pessoas conseguem ver ao que quero mostrar. Da forma como eu olho, da forma como vejo.
Procuro. Estranho.
Preciso de sentir que tenho vida. Útil. Podemos ser grandes a fazer pequenas coisas. Podemos ser grandes a fazer pequenas coisas, que gostamos. Podemos ser grandes a fazer pequenas coisas, que gostamos, que sabemos e que são úteis. Podemos ser grandes a fazer pequenas coisas, que gostamos, que sabemos, que são úteis e que nos fazem viver.
Do longe ao perto. Daquilo que as pessoas conseguem ver ao que quero mostrar. Da forma como eu olho, da forma como vejo.
Procuro. Estranho.
Tudo. Nada.
Tudo. A vontade de existir sobre um silêncio, de escutar, de transformar e viver ao mesmo tempo. Os velhos hábitos. Apetece-me escrever sobre tudo. Imaginar e dialogar. Desenrascava e não gostava. Não queria e não fantasiava. Nada.
31 março 2008
"Ser Alentejano"
"Palavra mágica que começa no Além e termina no Tejo, o rio da
portugalidade. O rio que divide e une Portugal e que, à semelhança do
Homem Português, fugiu de Espanha à procura do mar.
O Alentejo molda o carácter de um homem. A solidão e a quietude da
planície dão-lhe a espiritualidade, a tranquilidade e a paciência do
monge; as amplitudes térmicas e a agressividade da charneca dão-lhe a
resistência física, a rusticidade, a coragem e o temperamento do
guerreiro. Não é alentejano quem quer. Ser alentejano não é um dote, é
um dom. Não se nasce alentejano, é-se alentejano.
Portugal nasceu no Norte, mas foi no Alentejo que se fez Homem.
Guimarães é o berço da Nacionalidade; Évora é o berço do Império
Português. Não foi por acaso que D. João II se teve de refugiar em
Évora para descobrir a Índia. No meio das montanhas e das serras, um
homem tem as vistas curtas; só no coração do Alentejo, um homem
consegue ver ao longe.
Mas foi preciso Bartolomeu Dias regressar ao reino, depois de dobrar o
Cabo das Tormentas, sem conseguir chegar à Índia, para D. João II
perceber que só o costado de um alentejano conseguia suportar com o
peso de um empreendimento daquele vulto. Aquilo que, para o homem
comum, fica muito longe, para um alentejano, fica já ali. Para um
alentejano, não há longe, nem distância, porque só um alentejano
percebe intuitivamente que a vida não é uma corrida de velocidade, mas
uma corrida de resistência onde a tartaruga leva sempre a melhor sobre
a lebre.
Foi, por esta razão, que D. Manuel decidiu entregar a chefia da armada
decisiva a Vasco da Gama. Mais de dois anos no mar... E, quando
regressou, ao perguntar-lhe se a Índia era longe, Vasco da Gama
respondeu: «Não, é já ali.». O fim do mundo, afinal, ficava ao virar
da esquina.
Para um alentejano, o caminho faz-se caminhando e só é longe o sítio
onde não se chega sem parar de andar. E Vasco da Gama limitou-se a
continuar a andar onde Bartolomeu Dias tinha parado. O problema de
Portugal é precisamente este: muitos Bartolomeu Dias e poucos Vasco da
Gama. Demasiada gente que não consegue terminar o que começa, que
desiste quando a glória está perto e o mais difícil já foi feito. Ou
seja, muitos portugueses e poucos alentejanos.
D. Nuno Álvares Pereira, aliás, já tinha percebido isso. Caso
contrário, não teria partido tão confiante para Aljubarrota. D. Nuno
sabia bem que uma batalha não se decide pela quantidade mas pela
qualidade dos combatentes. É certo que o rei de Castela contava com um
poderoso exército composto por espanhóis e portugueses, mas o Mestre
de Avis tinha a vantagem de contar com meia-dúzia de alentejanos. Não
se estranha, assim, a resposta de D. Nuno aos seus irmãos, quando o
tentaram convencer a mudar de campo com o argumento da desproporção
numérica: «Vocês são muitos? O que é que isso interessa se os
alentejanos estão do nosso lado?»
Mas os alentejanos não servem só as grandes causas, nem servem só para
as grandes guerras. Não há como um alentejano para desfrutar
plenamente dos mais simples prazeres da vida. Por isso, se diz que
Deus fez a mulher para ser a companheira do homem. Mas, depois, teve
de fazer os alentejanos para que as mulheres também tivessem algum
prazer. Na cama e na mesa, um alentejano nunca tem pressa. Daí a
resposta de Eva a Adão quando este, intrigado, lhe perguntou o que é
que o alentejano tinha que ele não tinha: «Tem tempo e tu tens
pressa.» Quem anda sempre a correr, não chega a lado nenhum. E muito
menos ao coração de uma mulher. Andar a correr é um problema que os
alentejanos, graças a Deus, não têm. Até porque os alentejanos e o
Alentejo foram feitos ao sétimo dia, precisamente o dia que Deus tirou
para descansar.
E até nas anedotas, os alentejanos revelam a sua superioridade humana
e intelectual. Os brancos contam anedotas dos pretos, os brasileiros
dos portugueses, os franceses dos argelinos... só os alentejanos
contam e inventam anedotas sobre si próprios. E divertem-se imenso, ao
mesmo tempo que servem de espelho a quem as ouve.
Mas, para que uma pessoa se ria de si própria, não basta ser ridícula,
porque ridículos todos somos. É necessário ter sentido de humor. Só
que isso é um extra só disponível nos seres humanos topo de gama.
Não se confunda, no entanto, sentido de humor com alarvice. O sentido
de humor é um dom da inteligência; a alarvice é o tique da gente
bronca e mesquinha. Enquanto o alarve se diverte com as desgraças
alheias, quem tem sentido de humor ri-se de si próprio. Não há maior
honra do que ser objecto de uma boa gargalhada. O sentido de humor
humaniza as pessoas, enquanto a alarvice diminui-as.
E as anedotas alentejanas são autênticas pérolas de humor: curtas,
incisivas, inteligentes e desconcertantes, revelando um sentido de
observação, um sentido crítico e um poder de síntese notáveis.
Não resisto a contar a minha anedota preferida. Num dia em que chovia
muito, o revisor do comboio entrou numa carruagem onde só havia um
passageiro. Por sinal, um alentejano que estava todo molhado, em
virtude de estar sentado num lugar junto a uma janela aberta. «Ó
amigo, por que é que não fecha a janela?», perguntou-lhe o revisor.
«Isso queria eu, mas a janela está estragada.», respondeu o
alentejano. «Então por que é que não troca de lugar?» «Eu trocar,
trocava... mas com quem?»
Como bom alentejano que me prezo de ser, deixei o melhor para o fim. O
Alentejo, como todos sabemos, é o único sítio do mundo onde não é
castigo uma pessoa ficar a pão e água. Água é aquilo por que qualquer
alentejano anseia. E o pão... Mas há melhor iguaria do que o pão
alentejano? O pão alentejano come-se com tudo e com nada. É aperitivo,
refeição e sobremesa. E é o único pão do mundo que não tem pressa de
ser comido. É tão bom no primeiro dia como no dia seguinte ou no fim
da semana. Só quem come o pão alentejano está habilitado para entender
o mistério da fé. Comê-lo faz-nos subir ao Céu!
É por tudo isto que, sempre que passeio pela charneca numa noite
quente de verão ou sinto no rosto o frio cortante das manhãs de
Inverno, dou graças a Deus por ser alentejano. Que maior bênção
poderia um homem almejar ?"
recebido por e-mail do JACR
portugalidade. O rio que divide e une Portugal e que, à semelhança do
Homem Português, fugiu de Espanha à procura do mar.
O Alentejo molda o carácter de um homem. A solidão e a quietude da
planície dão-lhe a espiritualidade, a tranquilidade e a paciência do
monge; as amplitudes térmicas e a agressividade da charneca dão-lhe a
resistência física, a rusticidade, a coragem e o temperamento do
guerreiro. Não é alentejano quem quer. Ser alentejano não é um dote, é
um dom. Não se nasce alentejano, é-se alentejano.
Portugal nasceu no Norte, mas foi no Alentejo que se fez Homem.
Guimarães é o berço da Nacionalidade; Évora é o berço do Império
Português. Não foi por acaso que D. João II se teve de refugiar em
Évora para descobrir a Índia. No meio das montanhas e das serras, um
homem tem as vistas curtas; só no coração do Alentejo, um homem
consegue ver ao longe.
Mas foi preciso Bartolomeu Dias regressar ao reino, depois de dobrar o
Cabo das Tormentas, sem conseguir chegar à Índia, para D. João II
perceber que só o costado de um alentejano conseguia suportar com o
peso de um empreendimento daquele vulto. Aquilo que, para o homem
comum, fica muito longe, para um alentejano, fica já ali. Para um
alentejano, não há longe, nem distância, porque só um alentejano
percebe intuitivamente que a vida não é uma corrida de velocidade, mas
uma corrida de resistência onde a tartaruga leva sempre a melhor sobre
a lebre.
Foi, por esta razão, que D. Manuel decidiu entregar a chefia da armada
decisiva a Vasco da Gama. Mais de dois anos no mar... E, quando
regressou, ao perguntar-lhe se a Índia era longe, Vasco da Gama
respondeu: «Não, é já ali.». O fim do mundo, afinal, ficava ao virar
da esquina.
Para um alentejano, o caminho faz-se caminhando e só é longe o sítio
onde não se chega sem parar de andar. E Vasco da Gama limitou-se a
continuar a andar onde Bartolomeu Dias tinha parado. O problema de
Portugal é precisamente este: muitos Bartolomeu Dias e poucos Vasco da
Gama. Demasiada gente que não consegue terminar o que começa, que
desiste quando a glória está perto e o mais difícil já foi feito. Ou
seja, muitos portugueses e poucos alentejanos.
D. Nuno Álvares Pereira, aliás, já tinha percebido isso. Caso
contrário, não teria partido tão confiante para Aljubarrota. D. Nuno
sabia bem que uma batalha não se decide pela quantidade mas pela
qualidade dos combatentes. É certo que o rei de Castela contava com um
poderoso exército composto por espanhóis e portugueses, mas o Mestre
de Avis tinha a vantagem de contar com meia-dúzia de alentejanos. Não
se estranha, assim, a resposta de D. Nuno aos seus irmãos, quando o
tentaram convencer a mudar de campo com o argumento da desproporção
numérica: «Vocês são muitos? O que é que isso interessa se os
alentejanos estão do nosso lado?»
Mas os alentejanos não servem só as grandes causas, nem servem só para
as grandes guerras. Não há como um alentejano para desfrutar
plenamente dos mais simples prazeres da vida. Por isso, se diz que
Deus fez a mulher para ser a companheira do homem. Mas, depois, teve
de fazer os alentejanos para que as mulheres também tivessem algum
prazer. Na cama e na mesa, um alentejano nunca tem pressa. Daí a
resposta de Eva a Adão quando este, intrigado, lhe perguntou o que é
que o alentejano tinha que ele não tinha: «Tem tempo e tu tens
pressa.» Quem anda sempre a correr, não chega a lado nenhum. E muito
menos ao coração de uma mulher. Andar a correr é um problema que os
alentejanos, graças a Deus, não têm. Até porque os alentejanos e o
Alentejo foram feitos ao sétimo dia, precisamente o dia que Deus tirou
para descansar.
E até nas anedotas, os alentejanos revelam a sua superioridade humana
e intelectual. Os brancos contam anedotas dos pretos, os brasileiros
dos portugueses, os franceses dos argelinos... só os alentejanos
contam e inventam anedotas sobre si próprios. E divertem-se imenso, ao
mesmo tempo que servem de espelho a quem as ouve.
Mas, para que uma pessoa se ria de si própria, não basta ser ridícula,
porque ridículos todos somos. É necessário ter sentido de humor. Só
que isso é um extra só disponível nos seres humanos topo de gama.
Não se confunda, no entanto, sentido de humor com alarvice. O sentido
de humor é um dom da inteligência; a alarvice é o tique da gente
bronca e mesquinha. Enquanto o alarve se diverte com as desgraças
alheias, quem tem sentido de humor ri-se de si próprio. Não há maior
honra do que ser objecto de uma boa gargalhada. O sentido de humor
humaniza as pessoas, enquanto a alarvice diminui-as.
E as anedotas alentejanas são autênticas pérolas de humor: curtas,
incisivas, inteligentes e desconcertantes, revelando um sentido de
observação, um sentido crítico e um poder de síntese notáveis.
Não resisto a contar a minha anedota preferida. Num dia em que chovia
muito, o revisor do comboio entrou numa carruagem onde só havia um
passageiro. Por sinal, um alentejano que estava todo molhado, em
virtude de estar sentado num lugar junto a uma janela aberta. «Ó
amigo, por que é que não fecha a janela?», perguntou-lhe o revisor.
«Isso queria eu, mas a janela está estragada.», respondeu o
alentejano. «Então por que é que não troca de lugar?» «Eu trocar,
trocava... mas com quem?»
Como bom alentejano que me prezo de ser, deixei o melhor para o fim. O
Alentejo, como todos sabemos, é o único sítio do mundo onde não é
castigo uma pessoa ficar a pão e água. Água é aquilo por que qualquer
alentejano anseia. E o pão... Mas há melhor iguaria do que o pão
alentejano? O pão alentejano come-se com tudo e com nada. É aperitivo,
refeição e sobremesa. E é o único pão do mundo que não tem pressa de
ser comido. É tão bom no primeiro dia como no dia seguinte ou no fim
da semana. Só quem come o pão alentejano está habilitado para entender
o mistério da fé. Comê-lo faz-nos subir ao Céu!
É por tudo isto que, sempre que passeio pela charneca numa noite
quente de verão ou sinto no rosto o frio cortante das manhãs de
Inverno, dou graças a Deus por ser alentejano. Que maior bênção
poderia um homem almejar ?"
recebido por e-mail do JACR
26 fevereiro 2008
... Por linhas tortas"
"Eles não sabem que o sonho
é uma constante da vida
tão concreta e definida
como outra coisa qualquer,"07 fevereiro 2008
Futuro!
Irei sonhar sempre com aquilo que poderia ter sido... e lutar por aquilo que ainda quero ser!
04 fevereiro 2008
"In a little district"
Só pintava a preto! Preto da cor da escuridão, dos movimentos sombrios e ocultos que podem apanhar qualquer um desprevenido...
São muitos, movem-se no mesmo interesse da cor, da escuridão, mas jogam às claras, sem que ninguém perceba quando usam uma cor ou outra.
É triste assistir a este jogo, é triste aceitarmos este jogo, é ainda mais triste saber que vamos ter de aguentar o jogo, sem bluff. Não temos trunfos nem jokers, somos nós!
Uma vez disseram-me que o acreditar não chega, é preciso acreditar muito... mas quanto? Recuso-me a cair para o outro lado!
Recuso-me a entrar nesse jogo, mas vou jogá-lo.
São muitos, movem-se no mesmo interesse da cor, da escuridão, mas jogam às claras, sem que ninguém perceba quando usam uma cor ou outra.
É triste assistir a este jogo, é triste aceitarmos este jogo, é ainda mais triste saber que vamos ter de aguentar o jogo, sem bluff. Não temos trunfos nem jokers, somos nós!
Uma vez disseram-me que o acreditar não chega, é preciso acreditar muito... mas quanto? Recuso-me a cair para o outro lado!
Recuso-me a entrar nesse jogo, mas vou jogá-lo.
01 fevereiro 2008
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